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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Alunos da Escola Judith participando da segunda faze da OBM

          Estão classificados para participar da segunda fase da OBM todos os alunos que tiverem atingido número de acertos IGUAL ou SUPERIOR a nota mínima de corte segundo a tabela abaixo:
Níveis de Participação
Mínimo de acertos
Nível 1 (6o. ou 7o. anos)
9 acertos
Nível 2 (8o. ou 9o. anos)
10 acertos
Nível 3 (Ensino médio)
14 acertos

A SEGUNDA FASE:

As provas foram aplicadas pelos colégios participantes no sábado, 3 de setembro às 14:00 horas (horário de Brasília).

A duração da prova é de 4 horas e 30 minutos.
As soluções e o critério de correção serão divulgados no site da OBM www.obm.org.br a partir do dia 6 de setembro de 2011.
Após a correção das provas, o relatório da Segunda Fase da OBM deverá ser enviado novamente online pela área restrita dos colégios cadastrados no site da OBM.
Uma vez corrigida a prova, os professores deverão informar aos seus alunos os pontos obtidos nesta fase.
Toda a informação referente à promoção para a Terceira Fase será publicada a partir de 26 de setembro no site da OBM.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

UNIGRAN Vai à Comunidade.


O Projeto Unigran Vai a Comunidade esteve neste sábado na cidade de Laguna Carapã.

Ciente de que uma instituição de ensino possui responsabilidades com a sociedade, a UNIGRAN realiza, desde 1997, o projeto de extensão UNIGRAN Vai à Comunidade. Com a participação dos acadêmicos, esta ação já atendeu diversas cidades da região e bairros de Dourados, oferecendo serviços de saúde, cultura e lazer.

O coordenador do curso de Educação Física, Carlos Muchão Castilho, conta mais sobre o projeto. “O objetivo principal é levar conhecimento e prestação de serviço do curso para a comunidade. É um envolvimento da universidade com a comunidade”.

Ele explica que a idéia surgiu no curso de Educação Física, com a proposta de levar lazer e diversão à comunidade. Como a receptividade foi grande, cursos da saúde passaram a participar do projeto, oferecendo informação e ações de prevenção para a população.

Entre as diversões oferecidas, estão jogos de tabuleiro, futebol, vôlei, ginástica olímpica e outras opções que garantem a satisfação da garotada, todas sempre supervisionadas por acadêmicos e professores de Educação Física, que além de garantirem a segurança da brincadeira, oferecem aos jovens mais informações sobre o esporte. Segundo a professora do curso de Nutrição, Aline Victorio Faustino Onishi, os acadêmicos trabalharão com as crianças conceitos de alimentação saudável através de jogos e brincadeiras. Para ela, participar de ações assim é importante para o acadêmico, porque ele “vivencia a prática, conhece a população com quem ele vai trabalhar e começa a saber quais as técnicas que ele pode usar quando for um profissional”, afirma.








quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Alunos do 9º Ano Encenam História do Boi Bumba

          A essência da lenda enlaça a sátira, a comédia, a tragédia e o drama, e demonstra sempre o contraste entre a fragilidade do homem e a força bruta de um boi. Esta essência se originou da lenda de Catirina e Pai Francisco,origem nordestina, que sofreu adaptação à realidade amazônica. Dessa forma, reverencia o boi livre e nativo da floresta Amazônica, bem como a alegria, sinergia e força das festas coletivas indígenas.

          A festa do Bumba-meu-Boi surgiu no nordeste do país, mais especificamente no Estado do Piauí, pois a região onde hoje se situa o Piauí começou a ser povoada por vaqueiros que vinham da Bahia em busca de novas pastagens para o gado. Ainda hoje a figura do vaqueiro é marcante e faz parte da cultura piauiense, além de ser uma personagem típica no estado. Mas foi no Estado do Maranhão que o Bumba-meu-Boi foi mais popularizado e exportado para o Estado do Amazonas com o nome de Boi-Bumbá, visitado anualmente por milhares de turistas que vão para conhecer o famoso Festival Folclórico de Parintins, realizado desde 1913.

Ao espalhar-se pelo país, o bumba-meu-boi adquire nomes, ritmos, formas de apresentação, indumentárias, personagens, instrumentos, adereços e temas diferentes. Dessa forma, enquanto no Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas e Piauí é chamado bumba-meu-boi, no Pará e Amazonas é boi-bumbá ou pavulagem; em Pernambuco é boi-calemba ou bumbá; no Ceará é boi-de-reis, boi-surubim e boi-zumbi; na Bahia é boi-janeiro, boi-estrela-do-mar, dromedário e mulinha-de-ouro; no Paraná, em Santa Catarina, é boi-de-mourão ou boi-de-mamão; em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Cabo Frio e Macaé (em Macaé há o famoso boi do Sadi) é bumba ou folguedo-do-boi; no Espírito Santo é boi-de-reis; no Rio Grande do Sul é bumba, boizinho, ou boi-mamão; em São Paulo é boi-de-jacá e dança-do-boi.